Moedas – Dólar recua, mas mantém sustentação devido a rumores de aumentos de juros

“O dólar norte-americano recuava um pouco, mas permanecia próximo à máxima de uma semana e meia frente a outras importantes moedas nesta quinta-feira após as atas da mais recente reunião de política monetária do Federal Reserve terem impulsionado expectativas de aumentos de juros dos EUA.

As atas da reunião de política monetária do Fed em janeiro, divulgadas na quarta-feira, mostraram que os integrantes do banco central veem melhorias no crescimento econômico e aumento da inflação como justificativa para continuarem a elevar as taxas de juros de forma gradual.

As notícias deram ampla sustentação à moeda dos EUA apesar das preocupações com o déficit norte-americano, que tem projeções de subir e ficar próximo de US$ 1 trilhão em 2019 após o anúncio recente de gastos com infraestrutura e amplos cortes em impostos corporativos.

O dólar está sob pressão recentemente devido a expectativas de um ritmo mais acelerado de endurecimento de política monetária fora dos EUA, o que poderia diminuir a divergência entre o Fed e outros bancos centrais.

índice dólar, que mede a força da moeda frente a uma cesta ponderada de seis principais divisas, recuava 0,08% para 89,96 às 07h15, ainda próximo da máxima de um mês e meio de 90,17, atingida durante a noite.

O euro estava em alta, com o par EUR/USD avançando 0,09% para 1,2295, ao passo que o par GBP/USD recuava 0,20% para 1,3890.

A libra estava sob pressão após dados oficiais terem mostrado que o crescimento econômico anual do Reino Unido foi revisto para baixo no quarto trimestre.

Na zona do euro, dados divulgados na quinta-feira mostraram que a confiança empresarial na Alemanha se deteriorou em fevereiro.

O iene e o franco suíço estavam mais fortes com o par USD/JPY recuando 0,42% para 107,31 e com o par USD/CHF caindo 0,12% para 0,9378.

O dólar australiano e o dólar neozelandês estavam em alta, com o par AUD/USDsubindo 0,19%, negociado a 0,7819, e o par NZD/USD avançando 0,15% para 0,7330.

Enquanto isso, o par USD/CAD caía 0,16%, sendo negociado a 1,2683″

Retirado de: https://br.investing.com/news/not%C3%ADcias-do-mercado/moedas–dolar-recua-mas-mantem-sustentacao-devido-a-rumores-de-aumentos-de-juros-566883

Dólar sobe sobre o real e fecha no patamar de R$ 3,25 nesta terça

“O dólar terminou a terça-feira (20) em alta, acompanhando a trajetória no exterior e após o governo desisitir de votar a reforma da Previdência neste ano, considerada essencial para colocar as contas públicas do país em ordem, destaca a Reuters.

A moeda subiu 0,67%, vendida a R$ 3,2533. Veja a cotação.

Na véspera, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,41%, vendida a R$ 3,2337.

Segundo Jason Vieira, economista da gestora Infinity, a não aprovação da reforma da Previdência já era esperada pelo mercado, que segue alinhado com o exterior. “O dólar está subindo aqui porque o dólar global está subindo”, disse.

“O mercado já esperava o enterro da reforma”, afirmou o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva, ao citar as cotações “comportadas” e a sintonia com o cenário externo.

Na véspera, o governo formalizou que não votará a reforma da Previdência agora, como era previsto, sob a justificativa do decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro. Como paliativo, anunciou um conjunto de medidas econômicas, boa parte já em tramitação no Congresso, numa tentativa de reafirmar o compromisso com o equilíbrio fiscal.

“O pacote é inócuo. O governo tenta jogar alguma migalha para o mercado com as medidas, que igualmente (à Previdência) terão que ser aprovadas pelo Congresso”, acrescentou Gomes da Silva, ao lembrar da falta de apoio agora para passar a Previdência.

Entre as medidas, estão a privatização da Eletrobras e a autonomia do Banco Central.

“O governo não criou uma pauta nova. Só anunciou novamente. Não faz preço”, afirmou à Reuters o gerente da mesa de câmbio do banco Ourinvest, Bruno Foresti, acrescentando que aumentam as expectativas de possível novo rebaixamento da nota do Brasil por agências de rating.

A trajetória de alta da divisa norte-americana acompanhava a cena externa, onde o dólar dava continuidade à recuperação da mínima de três anos contra a cesta de moedas, tendo recuperado 1,5% desde sexta-feira (16) diante da visão de que deveria passar por uma correção após fortes vendas nas últimas semanas, segundo a Reuters.

O dólar também subia ante moedas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

Interferência do BC

O Banco Central brasileiro fará nesta sessão novo leilão de até 9,5 mil swaps cambiais tradicionais (equivalentes à venda futura de dólares) para rolagem dos contratos que vencem em março, no total de US$ 6,154 bilhões.

Mantido esse volume diário até o final do mês e vendendo os lotes todos, rolarão integralmente os swaps que vencem agora.”

Retirado de: https://g1.globo.com/economia/noticia/dolar-sobe-e-se-aproxima-de-r-325-apos-governo-desistir-da-reforma-da-previdencia.ghtml

Moedas – Dólar faz pausa após aumento recente e passa a cair

“O dólar norte-americano passou a cair frente a outras importantes moedas nesta terça-feira, já que os mercados fizeram uma pausa após o recente aumento do dólar, que atingiu máxima de duas semanas após os dados positivos de empregos nos EUA divulgados na semana passada.

O dólar foi impulsionado após o Departamento de Trabalho dos EUA ter divulgado na sexta-feira que a economia do país criou 200.000 empregos em janeiro, superando expectativas de 184.000 novos postos de trabalho. A taxa de desemprego permaneceu inalterada em 4,1% no último mês, o que se alinha às expectativas.

O relatório também mostrou que os ganhos médios por hora subiram 0,3% em janeiro, conforme esperado.

Os dados fortes sobre crescimento de salários alimentaram expectativas de inflação e sustentaram a situação para que o Federal Reserve eleve as taxas de juros em um ritmo mais acelerado neste ano.

índice dólar, que mede a força da moeda frente a uma cesta ponderada de seis principais divisas, recuava 0,23% para 89,37 às 08h15, ainda próximo de 89,58, pico de duas semanas atingido durante a noite.

O euro e a libra subiam, com o par EUR/USD avançando 0,26% para 1,2400 e o par GBP/USD em alta de 0,19%, cotado a 1,3984.

O iene permanecia estável, com o par USD/JPY cotado a 109,01, ao passo que o par USD/CHF avançava 0,26% para 0,9339.

O dólar australiano estava em baixa, com o par AUD/USD recuando 0,11% para 0,7867, enquanto o par NZD/USD avançava 0,61% para 0,7307.

No início da terça-feira, o Banco da Reserva da Austrália deixou a taxa de juros de referência inalterada em 1,50%, um movimento amplamente esperado.

A decisão veio à público pouco depois do Escritório Australiano de Estatísticas ter divulgado que as vendas no varejo tiveram queda de 0,5% em dezembro, o que se compara a expectativas de redução de 0,2%.

Outro relatório mostrou que a balança comercial da Austrália registrou déficit de 1,36 bilhão de dólares australianos em dezembro a partir de um superávit de 0,036 bilhão de dólares australianos no mês anterior. Os números de novembro foram revistos a partir de uma estimativa prévia de déficit de 0,63 bilhão de dólares australianos.

Analistas esperavam que a balança comercial tivesse superávit de 0,25 bilhão de dólares australianos em dezembro.”

Retirado de: https://br.investing.com/news/not%C3%ADcias-do-mercado/moedas–dolar-faz-pausa-apos-aumento-recente-e-passa-a-cair-564195

Dólar tem leve queda ante cesta de moedas e operadores aguardam próximos dados dos EUA

“LONDRES (Reuters) – O dólar operava com leve queda ante uma cesta de moedas nesta quinta-feira depois que o Federal Reserve disse que a inflação deve subir neste ano, mas, com um esperado aperto monetário já precificado, os operadores estão aguardando para ver se os próximos dados dos Estados Unidos darão à moeda mais do que um alívio breve.

O dólar, que está preso perto das mínimas de três anos depois de seu pior desempenho mensal desde meados de 2016, chegou a avançar durante o pregão asiático antes de devolver esses ganhos.

Operadores disseram que os dados do relatório de emprego nos Estados Unidos a ser divulgado na sexta-feira, assim como uma série de outros indicadores econômicos, terão que ser fortes para ajudar a impulsionar o dólar.

A moeda norte-americana tem encontrado dificuldades neste ano uma vez que o esperado aperto monetário em outras partes do mundo, junto com um crescimento econômico global mais forte, encoraja os investidores e colocar mais dinheiro em outros lugares, e particularmente de volta na zona do euro.

O Fed deixou inalterada a taxa de juros na quarta-feira, mas disse que a inflação deve acelerar este ano, aumentando as expectativas de que os custos de empréstimo continuarão a subir sob o comando do novo chair, Jerome Powell.

Contra uma cesta de moedas, o dólar tinha queda de 0,1 por cento, a 89,044 às 8h45 (horário de Brasília). Ele tocou a mínima de três anos de 88,438 nesta semana.

Já o euro avançava 0,14 por cento, a 1,2439 dólar.

“Não apenas já existe um bom nível de aperto monetário precificado, como a recuperação econômica sincronizada e a ainda muito presente incerteza econômica nos EUA…sugerem que a força do dólar (vista mais cedo) não deve se transformar em uma tendência”, dissesram analistas do ING.”

Retirado de: https://br.investing.com/news/not%C3%ADcias-do-mercado/dolar-tem-leve-queda-ante-cesta-de-moedas-e-operadores-aguardam-proximos-dados-dos-eua-563388

Dólar recua, de olho em cena política local

“Após abrir em alta, o dólar passou a operar em queda nesta quinta-feira (1), após fechar janeiro com queda acumulada de cerca de 4%, com os investidores ainda atentos à cena política local diante das negociações do governo para obter apoio para a votação da reforma da Previdência, segundo a Reuters.

A partir desta quinta-feira (1º), o G1 passa a usar como referência a cotação do dólar fornecida pelo Valor PRO, serviço de informação financeira do jornal Valor Econômico.

Por volta de 14h15, a moeda norte-americana recuava 0,19%, vendida a R$ 3,174. Veja a cotação hoje.

Nesta quinta-feira, a pressão vem em boa parte do exterior após a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano). As taxas de juros nos Estados Unidos foram mantidas entre 1,25% e 1,50% ao ano, como era esperado.

No entanto, o banco central americano trouxe um tom um pouco mais duro que o esperado. Foi apontado, no anúncio, que o consumo e o investimento estão sólidos. Além disso, a expectativa é de que a inflação continue subindo nos próximos meses, estabilizando-se em torno da meta, de 2%.

“A leitura do Fed foi dúbia, há quem considere três e quem ache que serão quatro as altas de juros nos EUA este ano. O relatório de emprego amanhã pode ajudar o mercado a se direcionar para algum dos lados”, afirmou um operador de câmbio de uma corretora local.

Internamente, os investidores seguem monitorando as negociações do governo em busca de apoio para aprovar a reforma da Previdência ainda neste mês, embora com ceticismo de que conseguirá os 308 votos necessários para passar o texto.

Além disso, nesta sessão estão atentos à comunicação do Banco Central sobre a possibilidade de rolar US$ 3 bilhões que vencerão na sexta-feira em leilão de linha.

“Acho que o BC não tem motivo para rolar tudo porque há fluxo. Se ele rolar tudo, pode pressionar a moeda para baixo”, avaliou Faria Júnior. “

Dólar opera em alta nesta quinta-feira

Às 9h29, a moeda norte-americana subia 0,35%, vendida a R$ 3,1282. Veja a cotação do dólar hoje.

De acordo com a Reuters, na sexta-feira (31) acontece a formação da Ptax de final de mês, taxa usada para balizar diversos contratos cambiais, e alguma disputa entre investidores que apostam na alta e aqueles que querem a baixa pode trazer alguma volatilidade aos negócios.

O Banco Central realiza nesta sessão mais um leilão de até 10 mil swaps tradicionais –equivalentes à venda futura de dólares– para rolagem do vencimento de abril.

Na véspera, a moeda norte-americana caiu 0,7%, a R$ 3,117 na venda. Na semana e no mês, o dólar tem alta acumulada de 0,28% e 0,12%, respectivamente.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/dolar-300317.ghtml

Dólar fecha em alta, mas segue abaixo de R$ 3,10

O dólar fechou em leve alta nesta quarta-feira (22) e encerrou com valorização pelo segundo dia seguido, mas ainda abaixo do patamar de R$ 3,10.

A moeda norte-americana avançou 0,18% em relação ao real, cotada a R$ 3,0957 na venda, depois de bater R$ 3,1106 na máxima do dia. Veja a cotação

Como pano de fundo, seguiam as preocupações dos investidores com a concessão feita pelo governo na reforma da Previdência, que alimentou preocupações de que possa prejudicar o ajuste fiscal, destaca a Reuters.

O movimento de alta, no entanto, foi suavizado por fluxo pontual de venda e o recuo da moeda norte-americana no exterior.

Cenário local

Na véspera, o presidente Michel Temer anunciou que somente os servidores públicos federais serão atingidos pelas mudanças previstas na reforma da Previdência, deixando de fora servidores estaduais e de municípios, na tentativa de facilitar a tramitação da reforma no Congresso.

Essa reforma é considerada pelos agentes econômicos como fundamental para o país colocar suas contas públicas em ordem e, assim, engatar movimento de crescimento econômico sustentado.

O mercado também continuou monitorando os desdobramentos da operação Carne Fraca, que pode afetar a balança comercial brasileira, já que muitos países anunciaram a interrupção temporária de compras do produto brasileiro.

Nesta manhã, foi a vez da África do Sul, que suspendeu as importações de carnes de estabelecimentos com suspeita de envolvimento em fraudes no Brasil. Pelo menos 15 países mais a UE restringiram as importações.

O Banco Central brasileiro vendeu integralmente nesta sessão o lote de até 10 mil swaps tradicionais – equivalente à venda futura de dólares – ofertados para rolagem dos contratos de abril. Já foram cinco leilões iguais, que reduziram a US$ 7,211 bilhões o estoque que vence no mês que vem.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/dolar-fecha-em-alta-mas-segue-abaixo-de-r-310.ghtml

Dólar opera em alta nesta quinta-feira

O dólar opera em alta ante ao real nesta quinta-feira (9), acompanhando o movimento da moeda ante outras divisas de emergentes no exterior à espera dos dados do mercado de trabalho norte-americano que podem consolidar o aumento de juros no país na próxima semana, segundo a agência Reuters.

Às 9:19, a moeda norte-americana avançava 0,30%, a R$ 3,1812 reais na venda. Veja a cotação.

O cenário político doméstico continua no radar dos agentes, sobretudo diante da expectativa pela lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com pedido de abertura de inquérito de parlamentares citados em delações no âmbito da Lava Jato.

O Banco Central mais uma vez não anunciou qualquer intervenção no mercado de câmbio.

Na véspera, o dólar comercial fechou acima de R$ 3,17, com investidores reforçando as apostas de que o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, vai aumentar os juros já na próxima semana diante de novos sinais de fortalecimento da maior economia do mundo.

A moeda norte-americana avançou 1,65%, a R$ 3,1715 na venda, maior nível de fechamento desde 26 de janeiro (R$ 3,1805), segundo a Reuters.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/cotacao-dolar-090317.ghtml

Dólar tem leve alta ante real na abertura, após recuar a R$3,10

O dólar abriu a segunda-feira (13) com leve alta ante o real, depois de ter fechado no nível de R$ 3,10 no pregão passado e sob a expectativa de alguma atuação do Banco Central no mercado cambial.

Às 9h09, o dólar avançava 0,17%, a R$ 3,1146 na venda, após ter recuado 0,66% na última sessão, a R$ 3,1092.

O BC continuava sem anunciar qualquer intervenção no mercado de câmbio, por ora. Em março, vencem o equivalente a quase US$ 7 bilhões em swap tradicional –equivalente à venda futura de moeda– e o presidente da instituição, Ilan Goldfajn, havia sinalizado que poderia não rolar o lote ou fazê-lo apenas parcialmente.

Sexta-feira

O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (10), seguindo a tendência das moedas emergentes no exterior depois que a China divulgou dados bastante robustos da sua balança comercial, dando força às commodities e a seus vendedores, como o Brasil.

A moeda caiu 0,66%, a R$ 3,1092 na venda, o menor patamar desde outubro de 2016. Na semana, o dólar caiu 0,46%. No mês e no ano, há recuo acumulado de 1,33% e 4,32%, respectivamente.

 

Fonte: http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/dolar-cotacao-de-13-02-17.ghtml