Normas Bagagem de mão

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) intensificou desde a última quinta (25/04) a fiscalização das bagagens de mão dos passageiros que viajam nos aeroportos brasileiros.

Inicialmente os terminais que já estão intensificando as fiscalizações são: Aluízio Alves (Natal), Juscelino Kubitschek (Brasília), Afonso Pena (Curitiba) e Viracopos (Campinas) e). Porém até o dia 23 de Maio outros 15 aeroportos de todo o pais serão aderidos a essa campanha.

Serão disponibilizadas armações de metal onde as bagagens de mão deverão ser inseridas para conferir as dimensões das mesmas (prática já utilizada em varios aeroportos internacionais). As dimensões utilizadas no Brasil (55 centímetros de altura x 35 centímetros de largura e 25 centímetros de profundidade) seguem as recomendações da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

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As malas que não respeitarem as dimensões ou a franquia de peso permitidas deverão ser despachadas, e os passageiros serão cobrados de acordo com o despache e a operadora que utilizam.
A Abear objetiva com isso agilizar os processos de embarque.
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Entenda como funciona o modo avião

A partir de 2015 foi autorizado o uso de dispositivos móveis durante todo o voo no Brasil, com a condição de que os dispositivos sejam colocados em  Modo Avião.

O Modo Avião é uma configuração rápida que desativa temporariamente a conexão do dispositivos com redes externas, como Wi-Fi, Bluetooth, dados móveis e etc. evitando assim a geração de ruído e interferências nas redes utilizadas pelos pilotos nos aviões.

Após a ativação do modo avião, é possível ativar individualmente algumas conexões como a de Wi-Fi, que por ser de baixa frequência oferece pouco risco de interferência durante voo. Assim, você pode usufruir da rede Wi-Fi oferecida durante o voo com segurança.

O modo avião também pode ser útil em situações do cotidiano. Como: economizar bateria, recarregar a bateria mais rapidamente, evitar publicidade em aplicativos e garantir uma boa noite de sono sem ser incomodado por uma ligação ou mensagem inesperada.

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Fake News: Cédulas antigas de dólar não perdem o valor

cédula de dólar chamada “cabecinha”

Recentemente, circulou nas redes sociais a seguinte FAKE NEWS:

 “A partir de 01/01/2019 , deixarão de circular as notas de U$100,00, cara velha ou cara pequena, como alguns chamam. Hoje, essas notas já não podem ser usadas nem nos USA de forma comum no  comércio, mas podem ser depositadas em banco normalmente, no exterior. No Brasil as corretoras ainda estão recolhendo estas notas. Normalmente o custo para tal é R$0,50 x US$. Essas notas estão proibidas para vendas (repasse) nas agências de turismo e casas de câmbio e devem ser apenas recolhidas para evitar problemas com turistas menos informados. Desta forma, orientamos a todos que tiverem notas nesse formato guardadas ou mesmo que forem adquirir moeda papel para  viagem ao exterior, que fiquem atentos.”

Como sabemos, nem tudo que é repassado pelas redes sociais deve ser tomado como verdade absoluta e esse é mais um caso de FAKE NEWS.

Portanto, informamos a todos os interessados que esta informação não é verídica, conforme pode ser verificado no próprio site do governo americano, o qual explica que as cédulas norte-americanas nunca deixam de valer, vez que sempre foi a mesma moeda; o Dólar.

É válido ressaltar que, diferente do que acontece nos Estados Unidos, OUTROS DIVERSOS PAÍSES JÁ NÃO ACEITAM MAIS AS CÉDULAS ANTIGAS DE DÓLAR.

Em razão dessas informações, a LA MONETA CÂMBIO não comercializa mais a referida cédula. Para mais informações entre em contato conosco.

“Investidor reforça posição defensiva, dólar dispara e vai acima de R$4,10”

Por Claudia Violante

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar intensificou a alta e já operava acima de 4,10 reais nesta quinta-feira, com os investidores reforçando posições defensivas diante do quadro externo de maior aversão ao risco e temores com o cenário eleitoral doméstico.

Às 16:07, o dólar avançava 1,40 por cento, a 4,1125 reais na venda, depois de ter tocado a máxima de 4,1289 reais neste pregão. O maior patamar de fechamento do dólar foi batido em 21 de janeiro de 2016, quando foi a 4,1655 reais.

A moeda norte-americana caminhava para fechar seu sétimo pregão consecutivo de valorização ante o real, acumulando cerca de 6,50 por cento neste período até o meio da tarde. O dólar futuro subia cerca de 1,80 por cento.

“É o conjunto da obra. Problemas lá fora, China e Estados Unidos, eleição no Brasil, a decisão do TSE e ainda o fator especulação”, afirmou o operador da Advanced Corretora, Alessandro Faganello.

Há dias o mercado tem ficado cada vez mais defensivo diante da cena política, com a aproximação das eleições presidenciais de outubro e após pesquisas de intenção de votos mostrarem que o candidato que mais agrada aos investidores, Geraldo Alckmin (PSDB), seguia sem decolar. Também contribuía a possibilidade de o PT ir para o segundo turno da disputa, cenário até então não previsto pelos investidores.

Neste sentido, o estresse ficou maior nesta tarde, após o ministro Roberto Barroso, relator do registro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar a intimação da defesa do ex-presidente e deu sete dias de prazo para os advogados rebaterem os pedidos apresentados para barrar a candidatura com base na Lei da Ficha Limpa.

Assim, o registro da candidatura do líder petista, que foi alvo de 16 impugnações, só deve ser julgado TSE após o início da campanha eleitoral no rádio e na televisão, afirmaram à Reuters fontes com conhecimento do caso.

O mercado esperava que o prazo fosse menor, de modo a evitar que Lula participasse do horário eleitoral gratuito de rádio e televisão, que começa no dia 31 agora.

Lula, que está preso desde abril por crime de corrupção e lavagem de dinheiro, é visto pelo mercado como um candidato menos comprometido com o ajuste fiscal do país, ao contrário de Alckmin.

“O investidor corrige um pouco, mas não quer ficar vendido (aposta na queda do dólar) em dólar. Não há muito espaço para realização maior com as notícias atuais”, afirmou mais cedo o diretor da consultoria de valores mobiliários Wagner Investimentos, José Faria Júnior, quando o dólar ainda operava de lado frente ao real numa tentativa de correção.

No exterior, o dólar subia ante uma cesta de moedas impulsionado pela incerteza política, nova rodada de tarifas comerciais entre Estados Unidos e China e pela ata da última reunião do banco central dos Estados Unidos, que sinalizou aumento da taxa de juros em setembro.

O dólar também subia ante divisas de países emergentes, com destaque para o rand sul-africano, depois que o presidente norte-americano, Donald Trump, expressou no Twitter (NYSE:TWTR) suas preocupações sobre a reforma agrária do país.

À tarde, a ameaça do vice-primeiro-ministro da Itália, Luigi Di Maio, de que seu partido votará pela suspensão do financiamento à União Europeia no próximo ano se parceiros não concordarem em receber os imigrantes que estão sendo mantidos em um navio da guarda costeira em Sicília, também ajudou a prejudicar o euro e, assim, elevar a pressão do dólar ante a cesta de moedas.

Internamente, o Banco Central brasileiro seguiu sem atuações extraordinárias no mercado de câmbio e, segundo analistas ouvidos pela Reuters, pelo menos por enquanto não deve interferir porque o movimento do real não está muito diferente do comportamento de outras divisas emergentes. Além disso, não há falta de liquidez no mercado.

Nesta sessão, o BC apenas ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 4,08 bilhões de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

(Edição de Patrícia Duarte)”

Retirado de: https://br.investing.com/news/forex-news/investidor-reforca-posicao-defensiva-dolar-dispara-e-vai-acima-de-r410-602569

Dólar sobe e ronda R$3,77 com exterior e cena local

Por Claudia Violante

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar operava em alta e rondava o patamar de 3,77 reais nesta terça-feira, influenciado pelo movimento da divisa norte-americana no exterior e pelo cenário político local, a poucos meses das eleições presidenciais.

Às 10:21, o dólar avançava 0,65 por cento, a 3,7677 reais na venda, depois ir a 3,7786 reais na máxima do dia, maior nível intradia desde março de 2016. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,60 por cento.

“Extremos seguem fortes”, trouxe a corretora Guide em relatório ao citar pesquisa de intenção de votos para a Presidência da República divulgada nesta manhã.

O levantamento do DataPoder360 mostrou que o candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) estava na segunda posição, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), com Geraldo Alckmin (PSDB), visto pelo mercado como candidato com perfil reformista, sem decolar.

Além disso, a pesquisa mostrou o ex-prefeito de São Paulo João Doria, também do PSDB, como um dos possíveis candidatos, mas também sem força.

“A questão é que o candidato de esquerda tem se mostrado mais competitivo do que um candidato pró-mercado”, afirmou o gestor de derivativos de uma corretora local.

Os investidores ainda continuavam cautelosos com os desdobramentos da greve dos caminhoneiros, que afetou o abastecimento do país nas últimas semanas. O governo acabou cedendo na maioria das reivindicações da categoria para baixar os preços do diesel, gerando uma conta bilionária que impactará os cofres públicos, prejudicando o ajuste fiscal.

Agora, o governo trabalha para mudar a periodicidade dos reajustes de preços de gasolina sem mudar a política de preços da Petrobras (SA:PETR4).

No exterior, o dólar operava com leve alta ante uma cesta de moedas, mas exibia forte avanço ante divisas emergentes, como o rand sul-africano e o peso mexicano.

Dados fortes de emprego dos Estados Unidos divulgados recentemente reavivaram as apostas de que o Federal Reserve, banco central do país, pode aumentar a taxa de juros mais três vezes este ano. As expectativas do mercado, por enquanto, são de mais dois aumentos até dezembro.

Juros elevados têm potencial para atrair à maior economia do mundo recursos aplicados hoje em outros mercados, como o brasileiro.

O Banco Central brasileiro fez nesta sessão leilão de novos swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, e vendeu a oferta integral de até 15 mil contratos, totalizando 2,25 bilhões de dólares neste mês.

O BC também realiza leilão de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, rolará integralmente o total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho.

Retirado de: https://br.investing.com/news/not%C3%ADcias-do-mercado/dolar-sobe-e-ronda-r377-com-exterior-e-cena-local-588185

Bovespa fecha em queda de 2,49% com cenário político no radar

O principal índice de ações da B3 fechou em forte queda nesta terça-feira (5), em meio a um quadro indefinido no exterior, enquanto a cena política interna ainda alimentou incertezas em relação ao desfecho das eleições em outubro.

O Ibovespa caiu 2,49%, a 76.641 pontos. Veja mais cotações.

As ações ordinárias da Eletrobras recuaram 7,8% e as preferenciais caíram 8,1%, depois que um tribunal do Rio de Janeiro determinou a interrupção no processo de privatização da estatal e de seis distribuidoras. A venda das subsidiárias é vista como o último grande catalisador para a ação, já que a desestatização da elétrica neste ano é improvável.

Os papéis de Itaú Unibanco e Bradesco recuaram com força, em meio à piora no pregão, pesando no Ibovespa dada a elevada participação que ambos detêm no índice.

A Petrobras também registrou forte queda. As ações ordinárias recuaram 3% e as preferenciais perderam 5,3%. O desempenho da empresa segue prejudicado por causa das incertezas em relação à autonomia da petroleira de controle estatal. Investidores seguem monitorando notícias sobre a política de preços da companhia.

A bolsa segue fragilizada pela saída de estrangeiros, com maio registrando saldo negativo de R$ 8,4 bilhões e junho começando com saída líquida de quase R$ 1 bilhão.

Além disso, permanece o receio com o desfecho das eleições em outubro e a incerteza se o próximo presidente vai seguir com a agenda de reformas.

A disparada do dólar ante o real também pesa no pregão de acordo com um dos gestores ouvidos pela Reuters.

“Há também o impasse em resolver a questão relacionada aos preços dos combustíveis, o que acaba pesando em Petrobras, papel com peso relevante no Ibovespa”, disse o gestor Marco Tulli Siqueira, da mesa de operações de Bovespa da Coinvalores.

No final da manhã, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou que não há espaço para subsídio para a gasolina.

No último pregão, o Ibovespa fechou em alta de 1,76%, a 78.596 pontos, ajudado pelo viés positivo no mercado externo e pela recuperação das ações da Petrobras, após a indicação de Ivan Monteiro para a presidência da empresa em substituição a Pedro Parente, e com o mercado de olho em possíveis mudanças na política de preços da estatal.

Pontuação de fechamento
28/125/111/117/123/130/105/0209/0219/0223/21/37/313/319/323/329/35/411/417/423/427/044/0510/516/522/0528/504/0672,5k75k77,5k80k82,5k85k87,5k90k
Fonte: B3

(*com Reuters)

Retirado de: https://g1.globo.com/economia/noticia/bovespa-05-06-18.ghtml

Risco externo para emergentes cresceu; mercado de câmbio também reflete cena doméstica, diz Ilan

“SÃO PAULO (Reuters) – O risco de mudanças no cenário global para economias emergentes se intensificou desde a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) no dia 16 de maio, disse nesta terça-feira o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, acrescentando que o recente movimento no mercado de câmbio também foi causado por questões domésticas.

“O dólar norte-americano vem se valorizando mundialmente como tendência, refletindo principalmente a normalização das taxas de juros pelo Federal Reserve”, disse Ilan em inglês durante evento fechado em São Paulo, segundo publicação do próprio BC .

“Mas há sempre fatores domésticos e globais afetando as moedas. O que é central para nós é persistir no atual caminho de reformas e ajustes, a fim de assegurar a estabilidade de longo prazo da economia brasileira, portanto, manter resiliência da nossa economia a choques adversos, domésticos ou globais”, acrescentou.

Na semana passada, o BC surpreendeu ao manter a Selic em 6,50 por cento, citando o cenário externo mais desafiador. A maioria esmagadora dos agentes econômicos previa queda de 0,25 ponto percentual da taxa básica de juros, em meio à inflação e atividade fracas.

Na ata da reunião, divulgada nesta manhã, o BC admitiu que o choque externo e o dólar mais forte fizeram com que a manutenção dos juros fosse “a melhor decisão possível”.

Um dia antes da decisão do Copom, Ilan havia dito que a escalada do dólar frente ao real era “normal” e não uma questão do Brasil.

Os mercados de câmbio e de juros futuros no Brasil têm refletido os temores globais de que o Fed possa elevar as taxas de juros dos Estados Unidos mais do que o esperado neste ano, com potencial para afetar o fluxo de capital. Mas a cena política incerta, a poucos meses das eleições presidenciais, também pesava.

Na semana passada, o dólar chegou a encostar em 3,80 reais, maior nível em cerca de dois anos. Assim, o BC entrou mais forte no mercado de câmbio, movimento que segundo Ilan são “decisões separadas” da condução da política monetária e não há “relação mecânica” entre condições externas e a política monetária.

A deterioração do cenário global, com impacto negativo em economias emergentes, vem ganhando ritmo recentemente, de acordo com Ilan, tornando a cena externa mais desafiadora e com maior volatilidade. Segundo Ilan, os efeitos no Brasil são mitigados pela folga na economia e expectativas de inflação ancoradas na meta.

“A frustração de expectativas sobre a continuidade das reformas e dos ajustes necessários na economia brasileira pode afetar prêmios de risco e elevar o caminho da inflação no horizonte relevante”, disse Ilan.

“Este risco se intensifica em caso de futuras mudanças no cenário global para economias emergentes. Este risco se intensificou desde a última reunião do Copom.”

Os indicadores mais recentes da economia brasileira mostram um enfraquecimento da atividade econômica no contexto de uma recuperação consistente, embora gradual, disse Ilan.”

(Por Iuri Dantas)

Retirado de: https://br.investing.com/news/economy-news/risco-externo-para-emergentes-cresceu-mercado-de-cambio-tambem-reflete-cena-domestica-diz-ilan-585559

Dólar opera em alta, no patamar de R$ 3,65, com exterior e atuação do BC

“O dólar opera em alta nesta quarta-feira (23), influenciado pela aversão ao risco no exterior com renovados temores sobre as relações comerciais entre China e Estados Unidos e em meio a preocupações com a Turquia, segundo a Reuters.

Às 11h25, a moeda dos EUA subia 0,22%, vendida a R$ 3,6531. Veja mais cotações.

O movimento de alta, no entanto, era suavizado pela atuação mais forte do Banco Central brasileiro no mercado cambial nos últimos dias, ainda de acordo com a Reuters.

“A Turquia preocupa porque é emergente e um destino de investimentos comparável com o Brasil. Sempre existe temor de contágio, de respingo”, afirmou à Reuters o diretor de operações da corretora Mirae, Pablo Spyer.

A lira turca tem despencado frente ao dólar com os investidores temerosos com as sinalizações de que o presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, quer influenciar a política monetária do país.

Nesta sessão, o dólar saltava cerca de 4% frente à divisa turca. O movimento aumentou as expectativas de que o banco central do país possa ser forçado a convocar uma reunião extraordinária para elevar a taxa de juros antes de seu próximo encontro, em 7 de junho.

O dólar também subia ante uma cesta de moedas e outras divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

Os mercados voltaram a ficar apreensivos de que os Estados Unidos e a China possam iniciar uma guerra comercial, após o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmar que está insatisfeito com as negociações comerciais com a China.

Os investidores também aguardam a ata do último encontro de política monetária do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, que pode trazer nesta tarde pistas sobre a trajetória de juros no país neste ano.

De modo geral, os mercados vinham tomando posições defensivas diante das perspectivas de que o Fed possa elevar os juros mais do que o esperado neste ano, movimento que teria potencial para afetar o fluxo global de capitais.

A pressão de alta vinda de fora era aliviada pela ação mais intensa do BC brasileiro, por meio de ofertas de swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda de dólares no mercado futuro.

O BC também fará leilão de até 4.225 swaps cambiais tradicionais para rolagem do vencimento de junho. Se mantiver e vender esse volume diário até o final do mês, terá rolado integralmente os contratos que vencem no mês que vem.

Véspera

Na véspera, o dólar fechou em queda de 1,18%, a R$ 3,6451. Foi o menor patamar de encerramento desde o último dia 14 (R$ 3,6275). Nas duas últimas sessões, a queda foi de 2,56%, a mais intensa desde a baixa acumulada entre os dias 24 e 25 de janeiro deste ano (-3,26%), segundo o Valor Pro.

Variação do dólar em 2018
Diferença entre o dólar turismo e o comercial, considerando valor de fechamento
em R$dólar comercialdólar turismo (sem IOF)12/125/111/117/123/129/12/28/216/222/228/26/312/316/322/328/34/410/416/420/426/43/59/515/521/0533,23,43,63,84
Fonte: Valor PRO

O real cai 9,1% no acumulado de 2018, terceiro pior desempenho global – peso argentino (-23,3%) e lira turca (-18,8%) perdem ainda mais.

Na véspera, o recuo do dólar ocorreu em meio ao alívio nas tensões entre a China e os norte-americanos e também em razão da atuação mais firme do Banco Central, que ampliou a oferta de novos swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, e deixou novas atuações em aberto.

Dólar fecha em queda pelo 2º dia seguido, e R$ 3,64

Dólar fecha em queda pelo 2º dia seguido, e R$ 3,64

Se confirmado, será a maior colocação de dólares para um mês desde maio do ano passado, quando, na esteira das delações da JBS, o BC injetou US$ 10 bilhões no mercado futuro via swaps, segundo o Valor Pro.

Na terça, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, reiterou a disposição do BC em vender swaps em caso de necessidade. Em entrevista ao Valor, Ilan disse que “não tem preconceito” contra a venda desses contratos – cuja colocação equivale a uma injeção de dólares no mercado futuro. O presidente do BC acrescentou que a redução do estoque de swaps – da casa de US$ 100 bilhões para cerca de US$ 23 bilhões – foi para ter um “amortecedor” para os momentos em que isso fosse necessário. Ilan também não estipulou limite para a venda dos swaps.”

Extraido de: https://g1.globo.com/economia/noticia/cotacao-do-dolar-em-23052018.ghtml

BC discutiu ter mais tempo para avaliar economia antes de indicar fim de corte do juro, mostra ata do Copom

BRASÍLIA (Reuters) – O Banco Central chegou a discutir a necessidade de mais tempo para avaliar o comportamento da economia antes de sinalizar o provável fim do ciclo de afrouxamento monetário após novo corte na Selic em maio, mostrou ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta terça-feira.

“Alguns membros manifestaram preferência por indicar que deverá ser necessário aguardar algumas reuniões do Copom até que se acumule informação suficiente para avaliar o comportamento da economia. Outros argumentaram não ver necessidade de se comprometer com essa sinalização”, trouxe a ata, acrescentando que ao fim todos concordaram em sinalizar o fim do ciclo de cortes após maio.

Na semana passada, o BC cortou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, levando-a à nova mínima histórica de 6,5 por cento ao ano, e indicou que fará mais uma redução da Selic em maio, em meio ao cenário de inflação baixa e retomada ainda incipiente da economia.

Na ata, o BC reafirmou que um “estímulo monetário adicional mitigaria” risco de a inflação não convergir à meta oficial.

(Por Marcela Ayres)

Retirado de: https://br.investing.com/news/economy-news/bc-discutiu-ter-mais-tempo-para-avaliar-economia-antes-de-indicar-fim-de-corte-do-juro-mostra-ata-do-copom-573529